Uma empresa pode saber quanto precisa, mas isso não significa que qualquer operação disponível será adequada ao seu momento.
O mesmo valor pode ser usado para comprar um imóvel, ampliar uma unidade, adquirir equipamentos ou reforçar o caixa. Cada objetivo possui um prazo, uma prioridade e uma capacidade de investimento diferente.
Por isso, antes de recomendar uma operação de crédito, é necessário compreender o que a empresa pretende realizar e quais condições acompanham sua realidade.
Na Allianz Assessoria, a conversa não começa por uma solução pronta. Primeiro, analisamos o contexto do negócio. Depois, avaliamos como a operação pode ser estruturada.
1. O objetivo do capital
A primeira pergunta é: para que a empresa precisa do recurso?
O capital pode ser destinado a:
- aquisição de imóveis;
- expansão da operação;
- construção ou reforma;
- compra de máquinas e equipamentos;
- reforço do caixa;
- aumento da capacidade produtiva;
- reorganização de compromissos financeiros;
- realização de novos projetos.
A finalidade influencia a construção da estratégia.
Uma empresa que pretende comprar um imóvel possui uma necessidade diferente daquela que busca recursos para sustentar um projeto de expansão. Mesmo que os valores sejam semelhantes, o prazo e a forma de planejamento podem mudar.
Compreender o objetivo evita que a recomendação seja baseada apenas no montante solicitado.
2. O valor necessário
Depois de entender a finalidade, analisamos quanto a empresa pretende acessar.
Nem sempre o valor inicialmente informado representa toda a necessidade. O empresário pode ter considerado o preço de um imóvel, por exemplo, mas ainda precisar incluir custos relacionados à reforma, à instalação ou à adaptação da nova unidade.
O contrário também pode acontecer. A empresa pode descobrir que parte do projeto será realizada com recursos próprios e que precisa estruturar apenas o valor restante.
Essa conversa ajuda a relacionar o montante pretendido ao que a empresa realmente deseja realizar.
3. O prazo do projeto
Também precisamos entender quando o capital será necessário.
Algumas empresas procuram uma operação quando o projeto já precisa ser executado. Outras começam a se planejar com meses ou anos de antecedência.
O prazo disponível interfere nas possibilidades que podem ser avaliadas e na forma como a estratégia será organizada.
Quando o empresário inicia essa análise antecipadamente, possui mais tempo para avaliar cenários, organizar os recursos e realizar ajustes antes de assumir um compromisso.
Por isso, o melhor momento para conversar sobre capital nem sempre é quando a necessidade já se tornou urgente.
4. A capacidade mensal da empresa
O valor pretendido precisa ser compatível com quanto a empresa pode destinar mensalmente ao planejamento.
O faturamento ajuda a compreender o porte do negócio, mas não define sozinho esse valor. Cada empresa possui custos, investimentos, compromissos e prioridades diferentes.
Durante a análise, procuramos entender qual compromisso mensal o empresário considera adequado para o momento da empresa.
Essa informação ajuda a avaliar a relação entre:
- valor desejado;
- prazo do planejamento;
- recursos disponíveis;
- compromisso mensal;
- objetivo da operação.
Se esses elementos não estiverem alinhados, a estratégia pode precisar de ajustes antes de ser apresentada.
5. Os recursos disponíveis
A empresa pode possuir recursos que contribuam para a estruturação da operação.
Dependendo do caso, analisamos a existência de:
- valores disponíveis para iniciar o planejamento;
- capacidade de realizar aportes;
- recursos previstos para os próximos períodos;
- imóveis pertencentes à empresa ou aos sócios;
- outros ativos que possam participar da estratégia.
Nem todos os casos exigem os mesmos recursos, documentos ou informações.
O objetivo dessa etapa é compreender o que a empresa já possui e como isso pode contribuir para a construção de uma operação compatível com sua necessidade.
6. As prioridades do empresário
Uma recomendação também precisa considerar o que é mais importante para quem tomará a decisão.
Alguns empresários priorizam um compromisso mensal menor. Outros possuem mais flexibilidade no orçamento, mas precisam alcançar um valor específico. Também existem casos em que o prazo do projeto possui maior peso.
Por isso, o consultor precisa entender:
- quais condições precisam ser preservadas;
- quais pontos podem ser ajustados;
- qual é a principal prioridade da empresa;
- o que faria a operação deixar de ser interessante.
A estratégia deve acompanhar o objetivo do negócio, e não apenas apresentar uma condição disponível.
Todos os casos exigem os mesmos documentos?
Não. As informações e os documentos necessários variam conforme o perfil da empresa, o valor pretendido, a finalidade do capital e a estratégia avaliada.
Na conversa inicial, o consultor pode começar com informações como:
- faturamento médio mensal;
- valor pretendido;
- finalidade do recurso;
- prazo esperado;
- capacidade mensal;
- recursos e patrimônio disponíveis.
Depois de compreender o caso, ele orientará a empresa sobre eventuais informações complementares.
Essa análise personalizada evita solicitar dados que não serão necessários para aquela etapa ou para aquela operação.
O que acontece depois da análise?
Com as informações reunidas, o consultor avalia como a necessidade pode ser estruturada e desenvolve uma simulação inicial.
Essa apresentação permite que o empresário visualize a relação entre o valor pretendido, o prazo, o compromisso mensal e os recursos disponíveis.
A primeira configuração não precisa ser definitiva. Durante a conversa, a empresa pode ajustar suas prioridades, rever o valor ou avaliar outra composição.
O papel do especialista é explicar as possibilidades e ajudar o empresário a compreender como cada ajuste interfere na estratégia.
A recomendação não representa aprovação antecipada. As condições finais e o avanço da operação dependem das regras e das análises aplicáveis em cada caso.
Por que essa análise faz diferença?
Sem uma análise inicial, a empresa pode avaliar uma operação apenas pelo valor disponibilizado ou pela parcela apresentada.
Essas informações são importantes, mas não mostram se a estrutura acompanha o objetivo do negócio.
Ao considerar finalidade, prazo, capacidade mensal, recursos e prioridades, a recomendação passa a ter um contexto.
O empresário consegue compreender por que determinada configuração foi apresentada e quais ajustes podem aproximá-la de sua necessidade.
Como a Allianz Assessoria realiza essa avaliação?
A Allianz Assessoria atende principalmente empresas com faturamento mensal acima de R$ 100 mil e necessidades de crédito a partir de R$ 1 milhão.
Antes de recomendar uma operação, nossos consultores procuram compreender o objetivo do capital, o valor pretendido, o prazo do projeto, a capacidade mensal e os recursos disponíveis.
A partir dessas informações, avaliamos possibilidades e desenvolvemos uma simulação relacionada ao cenário da empresa.
Se sua empresa se enquadra nesse perfil e precisa estruturar uma operação a partir de R$ 1 milhão, solicite uma análise da Allianz Assessoria. Nossa equipe compreenderá sua necessidade e verificará quais possibilidades podem ser avaliadas.